QUEM
SOU

Fernando Antonio Lima Cruz
“A origem do indivíduo é o berço de toda
a humanidade, e sem ela, o homem se torna alheio ao meio que o cerca,
pois não consegue entender o presente, que é fruto do seu
passado.” (Raffini, pensador e jurisconsulto)
  
Fernando
Antonio Lima Cruz, filho de Etevaldo Lima Cruz (05/02/1935) e Francisca
Zeneida Lima Cruz (25/09/1938). Propagandista. Parafraseando Rodolfo Teófilo,
farmacêutico e escritor cearense - nascido na Bahia, que ao ser
indagado sobre seu lugar de origem costumava dizer "Sou cearense
porque quero", afirmo que sou mombacense de Senador Pompeu, Ceará,
aonde nasci aos 18 de fevereiro de 1969. Tenho um irmão, Raugir
Lima Cruz (15/01/1966), Oficial de Justiça da Comarca de Quixelô-Ce,
graduado em Pedagogia, pela Faculdade de Educação, Ciências
e Letras de Iguatu (FECLI), bacharel em Direito e pós-graduado
em Direito Penal e Criminologia pela Universidade Regional do Cariri (URCA).
Sou bacharel em Administração pela Faculdade de Ciências
Humanas de Fortaleza (FCHFOR), da UNICE - Ensino Superior, cursei o 1º
semestre (2005.1) do curso de Direito da Faculdade Farias Brito (FFB)
e atualmente sou estudante do curso de licenciatura específica
em História da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)
e do curso de especialização em História do Brasil
do Instituto Superior de Teologia Aplicada (Faculdades INTA). Sou sócio
da Associação Nacional de História (ANPUH), sócio
efetivo da Associação Brasileira de Pesquisadores de História
e Genealogia (ASBRAP) e sócio colaborador do Colégio Brasileiro
de Genealogia (CBG). Torcedor do Fortaleza Esporte Clube, do qual sou
sócio proprietário desde 18/10/2001. Casado com Elvira Régia
Mota Correia Cruz (14/12/1971), tendo dois filhos: João Fernando
Mota Correia Lima Cruz (01/08/2001) e Amanda Vasti Mota Correia Lima Cruz
(23/11/2004).
Para
justificar a minha naturalidade de Mombaça, cidade aonde vivi a
minha infância, adolescência e início da fase adulta,
tomo como princípio o Jus Sanguinis, que para se determinar a nacionalidade
primária usa o critério da origem sanguínea (direito
de sangue). Diferentemente do Jus Soli, que leva em conta o local onde
o indivíduo nasceu, independente da nacionalidade dos pais (direito
de solo). Portanto, considero-me um “polipátrida”,
sou mombacense (pelo direito de sangue) e pompeuense (pelo direito de
solo).
Outra
justificativa mais convincente são as minhas ascendências
paterna e materna. Sou descendente direto de dois dos primeiros habitantes
de Mombaça: Maria Pereira da Silva (é minha nonavó)
e Pedro da Cunha Lima (é meu pentavô).
ASCENDÊNCIA
PATERNA
MARIA
PEREIRA DA SILVA, minha nonavó, era pernambucana, e foi a primeira
proprietária de uma légua de terra de frente por meia légua
de fundos para cada lado do rio Banabuiú, no local conhecido por
Boca da Picada. É dentro desta légua de terra que está
situada a cidade de Mombaça. Maria Pereira da Silva instalou a
sua fazenda de criar e a denominou de Fazenda Maria Pereira, posteriormente,
passando o lugar a distrito de Maria Pereira. A sua casa residencial ficava
quase no centro da atual praça principal da cidade, nas proximidades
da Igreja Matriz, onde em sua companhia morava a sua filha caçula
MARIA TERESA DE SOUZA, minha octavó.
Com
a criação da freguesia em 6 de setembro de 1832, desmembrado
o seu território da antiga freguesia de Santo Antônio de
Quixeramobim, o distrito passou a ser chamado de freguesia de Nossa Senhora
da Glória de Mombaça, compreendendo os territórios
dos atuais municípios de Mombaça, Pedra Branca e Senador
Pompeu. Depois, com a elevação a município em 27
de novembro de 1851, conforme Resolução nº 555, batizaram
o novo município com o nome de Maria Pereira, numa homenagem à
antiga proprietária da fazenda. Em 9 de julho de 1892, pelo Decreto
nº 69, o nome do município foi mudado para Benjamin Constant,
voltando a denominar-se Maria Pereira em 21 de setembro de 1918, através
da Lei nº 1565. Todavia, havia uma tradição mais livre,
pois o povo, apesar de reconhecer Maria Pereira, como fundadora do lugar,
sempre chamou a esta terra de Mombaça, topônimo legado pelos
portugueses e que foi sempre o da primitiva povoação. E
assim, atendendo a este fato, como a estudos históricos também
dos filhos desta região, o Decreto-Lei nº 1114, de 30 de dezembro
de 1943, fez voltar o topônimo a sua mais antiga denominação
de Mombaça.
Quanto
à dúvida de que Maria Pereira da Silva teria sido casada
ou não, o livro “Nobiliarchia pernambucana”, vol. IV,
p. 258-261, esclarece: o casal João da Cunha Pereira e Maria Pereira
da Silva morava em Pernambuco, quando pediu terras no Banabuiú.
Maria Pereira da Silva era casada com João da Cunha Pereira, irmã
de Antonio Pereira da Cunha e filha de Cosme Pereira da Cunha¹,
almoxarife da Fazenda Real em Pernambuco e de Brites da Silva. O casal
teve dez filhos que são citados cronologicamente em seguida:
1-
João da Cunha Pereira, morava no engenho de São Braz do
Cabo, onde casou com uma filha do capitão-mor Luiz Nunes;
2
- Cosme Pereira da Cunha;
3
- Pedro da Cunha Pereira, que também casou com outra filha do capitão-mor
Luiz Nunes;
4
- José da Cunha Pereira, que casou com uma filha de Agustinho Cardoso
da Barreta;
5
- Antonio da Cunha Pereira, viveu na sua fazenda da Roqueira em Jaguaribe,
foi sargento-mor do regimento da Cavalaria das Várzeas de Jaguaribe
e Quixeramobim. Casou-se com Paula de Souza Cavalcante, filha do
capitão Antonio de Souza Cavalcante e Rosa Maria Ribeiro.
6
- Ana da Cunha Pereira;
7
- Francisco de Paula Pereira, que casou-se com outra filha de Agustinho
Cardoso da Barreta;
8
- Joaquim José da Cunha, que no ano de 1767 se ajustou a casar
nos Cariris Novos com uma filha do capitão Domingos Paes Landim;
9
- Maria da Cunha Pereira, que casou-se com o capitão Theodoro Fernandes
de Amorim no Rio Grande do Norte;
10
- MARIA TERESA DE SOUZA, minha octavó, de quem descende a grande
parte das famílias de Mombaça.
MARIA
TERESA DE SOUZA, minha octavó, 10ª filha dos meus nonavós,
João da Cunha Pereira e Maria Pereira da Silva, casou com o português
PEDRO DE SOUZA BARBALHO, meu octavô. Já viúva, Maria
Teresa de Souza foi quem por escritura pública de 24 de janeiro
de 1781, fez a doação de “cem braças de terra
no sítio Maria Pereira, à margem do rio Banabuiú,
que possuía por doação que lhe fez o mesmo Pedro
de Souza Barbalho, para patrimônio de uma Capela sob a invocação
de Nossa Senhora da Glória, Capela esta que pretende erigir com
autorização do Ordinário e para seu rendimento e
para que possa subsistir enquanto o mundo for mundo, e ainda mais cem
palmos no mesmo sítio para o adro e corredores da mesma Capela”.
Na mesma escritura, Antônio de Lemos Almeida e sua mulher Eugênia
Gonçalves de Carvalho, residentes na fazenda Onça, doaram
também ao patrimônio da Capela, meia légua de terra
no riacho Aba da Serra e mais trinta vacas e um touro. Assinaram a mencionada
escritura como testemunhas o sargento-mor Pedro de Abreu Pereira e Jerônimo
da Costa Leite, ricos fazendeiros dos sertões de Mombaça.
Do
casamento de meus octavós PEDRO DE SOUZA BARBALHO e MARIA TERESA
DE SOUZA, nasceu minha septavó MAURÍCIA PEREIRA DA SILVA,
que casou com meu septavô, o sargento-mor PEDRO DE ABREU PEREIRA,
primeiro proprietário da fazenda Santa Quitéria. Pais de
cinco filhos:
1
- Joana Batista do Carmo, falecida solteira.
2
- FRANCISCA GERTRUDES DA CONCEIÇÃO, casada com ANTÔNIO
FERREIRA MARQUES, meus sextavós;
3
- Eugênia Gonçalves de Carvalho, casada com Antônio
de Lemos Almeida;
4
- Manuel Pereira da Silva, casado com Francisca Maria de Jesus, pais do
professor Bernardo da Silva Pereira, do capitão Antônio Honorato
Silva Limoeiro e de Maurícia Pereira da Silva (era a mãe
de Francisco Aderaldo de Aquino e trisavó do ex-governador do Estado
do Ceará Plácido Aderaldo Castelo);
5
- Pedro de Abreu Pereira Filho, falecido solteiro, deixando dois filhos
naturais.
FRANCISCA
GERTRUDES DA CONCEIÇÃO, 2ª filha dos meus septavós
sargento-mor Pedro de Abreu Pereira e Maurícia Pereira da Silva,
casou com o pernambucano ANTÔNIO FERREIRA MARQUES. Meus sextavós
paternos eram pais de:
1
- PEDRO FERREIRA MARQUES, casado com ANA JOAQUINA DE JESUS, meus pentavós;
2
- Vicente Ferreira Marques Palmeira, casado com Ana Joaquina da Visitação;
3
- Raimundo Ferreira Marques, casado com Tomásia Ferreira Marques,
pais de José Ferreira Marques Brasil, Leonardo Ferreira Marques
(Barão de São Leonardo), capitão Bento Ferreira Marques
Brasil e Antônia Ferreira Marques casada com Francisco Aderaldo
de Aquino, pais do tenente-coronel José Aderaldo de Aquino (avô
materno do ex-Governador do Estado do Ceará Plácido Aderaldo
Castelo), Ernesto Honório Aderaldo de Aquino (avô paterno
do intelectual Mozart Soriano Aderaldo) e Miguel Plácido Aderaldo
de Aquino;
4
- Joaquim Ferreira Marques;
5
- Antônia Nazária Marques, casada com José da Costa
Vieira (tetravós do Sr. Manuel Costa Sobrinho, pai do Desembargador
do Tribunal de Justiça do Ceará, Dr. José Arísio
Lopes da Costa).
PEDRO
FERREIRA MARQUES, meu pentavô, 1º filho de meus sextavós
Antônio Ferreira Marques e Francisca Gertrudes da Conceição,
e trineto de minha nonavó Maria Pereira da Silva, casou com ANA
JOAQUINA DE JESUS, minha pentavó. Pais de:
1
- Francisca Gertrudes da Conceição;
2
- Maria Antônia de Jesus, casada com o professor Bernardo da Silva
Pereira (irmão do capitão Antônio Honorato Silva Limoeiro
e de Maurícia Pereira da Silva), pais do padre Pedro de Abreu Pereira;
3
- Joaquina de São Pedro Marques;
4
- Isabel da Purificação Marques;
5
- Maria do Espírito Santo Marques;
6
- Maria Francisca de Jesus Marques (Mulherzinha);
7
- Teotônio Ferreira Marques;
8
- JOSÉ LUCAS EVANGELISTA, meu tetravô;
9
- Maria de Santana Marques (Santaninha);
10
- Francisco Ferreira Marques.
JOSÉ
LUCAS EVANGELISTA, meu tetravô, 8º filho de Pedro Ferreira
Marques (o primeiro) e Ana Joaquina de Jesus, meus pentavós, e
tetraneto de Maria Pereira da Silva, casou com ANA JOSEFA DE LIMA, minha
tetravó. Pais de:
1
- PEDRO MARQUES EVANGELISTA (velho Pedro Lucas, do Sítio Picada),
meu trisavô;
2
- Paulo Marques Evangelista;
3
- Antônio Marques Evangelista;
4
- João Marques Evangelista;
5
- José Marques Evangelista;
6
- Ana Marques Evangelista;
7
- Francisco Marques Evangelista.
PEDRO
MARQUES EVANGELISTA (velho Pedro Lucas, do Sítio Picada), meu trisavô,
1º filho de José Lucas Evangelista e Ana Josefa de Lima, e
pentaneto de Maria Pereira da Silva, casou com CLAUDINA MARIA DA CONCEIÇÃO,
minha trisavó. Pais de:
1
- JOÃO MARQUES EVANGELISTA (João Lucas, do Sítio
Picada), meu bisavô;
2
- Maria Marques Evangelista;
3
- Emídio Marques Evangelista;
4
- Joaquim Marques Evangelista (Joaquim Lucas);
5
- Ana Marques Evangelista;
6
- Josefa Marques Evangelista;
7
- Calixto Marques Evangelista;
8
- Cecília Marques Evangelista;
9
- Pedro Marques Evangelista.
JOÃO
MARQUES EVANGELISTA (João Lucas, do Sítio Picada), meu bisavô,
1º filho de Pedro Marques Evangelista e Claudina Maria da Conceição,
e sextaneto de Maria Pereira da Silva, casou com MARIA LOPES DE LIMA,
minha bisavó. Pais de:
1
- ANTONIA MARQUES DE LIMA, minha avó, casando-se ficou ANTONIA
LIMA CRUZ;
2
- Pedro Marques de Lima;
3
- Elcias Marques de Lima, casado com Francisca Aderaldo Marques, filha
de Manoel Aderaldo de Aquino (Neném) e Francisca Moreira de Oliveira.
O Sr. Manoel Aderaldo de Aquino era tio do intelectual Mozart Soriano
Aderaldo;
4
- Édson Lima Marques;
5
- Claudina Marques de Lima;
6
- Elícia Marques de Lima;
7
- Enoque Lima Marques.
ANTONIA
LIMA CRUZ, minha avó, 1ª filha de João Marques Evangelista
(João Lucas, do Sítio Picada) e Maria Ferreira Lopes, septaneta
de Maria Pereira da Silva, casou com RAUGIT FERNANDES CRUZ, meu avô,
filho de Raymundo Nonato da Cruz e Maria Lins Cruz. Pais de:
1
- ETEVALDO LIMA CRUZ, meu pai;
2
- Eládio Lima Cruz, viúvo, foi casado com Tereza Pereira
Cruz;
3
- Maria Eliete Lima Cruz, separada, foi casada com Manoel Batista Xavier.
ETEVALDO
LIMA CRUZ, meu pai, 1º filho de Raugit Fernandes Cruz e Antonia Lima
Cruz, octaneto de Maria Pereira da Silva, casou com FRANCISCA ZENEIDA
LIMA CRUZ, tetraneta do capitão português Pedro da Cunha
Lima, minha mãe. Pais de:
1
- Raugir Lima Cruz, separado de Solange Martins Cruz, pais de Marcelo
Martins Lima Cruz;
2
- FERNANDO ANTONIO LIMA CRUZ.
FERNANDO
ANTONIO LIMA CRUZ, 2º filho de Etevaldo Lima Cruz e Francisca Zeneida
Lima Cruz, nonaneto de Maria Pereira da Silva e pentaneto do capitão
português Pedro da Cunha Lima, casou com ELVIRA RÉGIA MOTA
CORREIA CRUZ, filha de João Correia do Nascimento e Antonia Mota
do Nascimento. Pais de:
1
- João Fernando Mota Correia Lima Cruz;
2
- Amanda Vasti Mota Correia Lima Cruz.
ASCENDÊNCIA
MATERNA
O
capitão ,
meu pentavô, um dos primeiros habitantes de Mombaça, era
natural de Ponte de Lima, Portugal, filho de Manuel Cerqueira da Cunha
e de Maria Sá da Cunha. Casou-se com Ana Maria de Jesus ou Ana
Teresa de Jesus, filha dos portugueses João Francisco Morim e Luzia
dos Santos. Foi possuidor de avultada fortuna. Do inventário de
sua mulher procedido em 1768 consta que possuía quinze léguas
de terra, muito gado e escravos. Da descrição e avaliação
dos semoventes constam: 550 (quinhentos e cinqüenta) vacas paridas
avaliadas a mil seiscentos e oitenta réis. Residia na fazenda Casa
Forte, à margem do rio Banabuiú, a cinco léguas da
cidade de Mombaça, lado do poente.
Do
seu casamento com Ana Maria de Jesus ou Ana Teresa de Jesus, nasceram
quatro filhos:
1
- Manoel da Cunha Lima, tenente, natural de Recife-PE, casou-se com Luiza
Pereira de Azevedo, também conhecida como Luiza Rodrigues Pereira,
filha de José Rodrigues Pinto e de Lourença Pereira de Azevedo,
no dia 12/06/1767, na capela Nossa Senhora do Rosário, Aracati-CE;
2
- José Francisco de Sales;
3
- Joana Teodora de Jesus;
4
- Inácia Maria de Jesus, casada em 2ª núpcias com Tomás
Ferreira de Magalhães (septavós do Sr. Manuel Costa Sobrinho,
pai do desembargador do Tribunal de Justiça do Ceará, Dr.
José Arísio Lopes da Costa).
Enviuvando,
o capitão PEDRO DA CUNHA LIMA, meu pentavô, uniu-se à
mulata RITA (segundo Augusto Tavares de Sá e Benevides, in
Mombaça: biografia de um sertão, 1980, p. 59), que seria
filha de pai branco e mãe preta, ou vice-versa, minha pentavó,
escrava, que foi alforriada ao nascer a sua primeira filha, e de cuja
união nasceram os seguintes filhos:
1
- Angélica, casada com Manuel Pinto Nogueira;
2
- José dos Reis Lima;
3
- PEDRO DA CUNHA LIMA, meu tetravô;
4
- Luís da Cunha Lima;
5
- Francisco da Cunha Lima.
PEDRO
DA CUNHA LIMA, meu tetravô, 7º filho do capitão Pedro
da Cunha Lima e o 3º filho com a mulata Rita, meus pentavós,
era pai de COSME DA CUNHA LIMA casado com ANA JOAQUINA DA CONCEIÇÃO,
meus trisavós. Estes eram pais de:
1
- Raimundo Nonato Lima (velho Raimundo Cosme);
2
- Cosme Ferreira Lima;
3
- Damião Ferreira Lima;
4
- Vicente Ferreira Lima (velho Vicente Cosme, do Sítio Areias);
5
- Maria José de Jesus;
6
- Maria Santana de Jesus;
7
- Antônio José de Lima (velho Antônio Cosme, do Sítio
Mandacaru);
8
- MARIA DA CONCEIÇÃO LIMA (dona Conceição),
minha bisavó;
9
- Francisco Cosme de Lima (velho Chico Cosme, do Sítio Mandacaru).
MARIA
DA CONCEIÇÃO LIMA (dona Conceição), minha
bisavó, 8ª filha de Cosme da Cunha Lima e Ana Joaquina da
Conceição, bisneta do capitão Pedro da Cunha Lima,
casou com JOSÉ CAMILO DE LIMA (José Fagundes), meu bisavô,
filho de Cornélio Pereira de Castro e Josefa Maria da Conceição.
Pais de:
1
- LUÍS GONZAGA DE LIMA (Luís Fagundes), meu avó,
falecido aos 85 anos de idade;
2
- Luísa Gonzaga Paulino, falecida aos 90 anos de idade, casada
com Abdon Paulino e Silva;
3
- Maria José de Lima (Mariinha), falecida inupta aos 96 anos de
idade;
4
- Ana de Lima (Donana), falecida inupta;
5
- Augusta de Lima, falecida inupta;
6
- Maria Júlia de Lima, falecida inupta aos 77 anos de idade;
7
- Georgenor de Lima (Jorge Fagundes), falecido aos 68 anos de idade, casado
com Nívea Medeiros de Lima, falecida;
8
- Francisco Fagundes de Lima, falecido aos 72 anos de idade, casado com
Amália Frota.
LUÍS
GONZAGA DE LIMA (Luís Fagundes), meu avô, 1º filho de
José Camilo de Lima (José Fagundes) e Maria da Conceição
Lima (dona Conceição), trineto do capitão Pedro da
Cunha Lima, casou com LICÍNIA CAVALCANTE LIMA, minha avó,
filha de Misael Cavalcante e Maria Cavalcante Mota. Pais de:
1
- Maria Cavalcante Lima, falecida ainda criança;
2
- José Cavalcante Lima, falecido ainda criança;
3
- Helena Cavalcante Lima, falecida ainda criança;
4
- Francisca Lima de Sousa, minha madrinha de batismo, casada com José
Marques de Sousa, ex-prefeito municipal de Mombaça (1967/1971),
falecidos;
5
- Maria Lima Siqueira, casada com Pedro Lopes de Siqueira, falecidos;
6
- Francisca Zilá Cavalcante Pinheiro, casada com Valter Sales Pinheiro,
falecidos;
7
- Francisco Cavalcante Lima, falecido solteiro;
8
- Francisca Zená Cavalcante Pinheiro, casada com Francisco José
Pinheiro, falecidos;
9
- FRANCISCA ZENEIDA LIMA CRUZ, minha mãe;
10
- Francisca Zení Lima Siqueira, falecida, foi casada com Francisco
Lopes Siqueira;
11
- Francisco Misael Cavalcante Lima, casado com Ângela Cavalcante
de Lima.
12
- Francisca Zenilda Lima Fernandes, falecida, foi casada com Lourival
Fernandes;
13
- Francisca Zilda Cavalcante Lima, falecida ainda criança;
14
- Francisca Zilda Cavalcante Aires, casada com Marcos Afonso Castelo Aires,
filho do Dr. Edmilson dos Santos Aires, ex-prefeito municipal de Mombaça
(1943/1944), e de Maria Graziela Castelo Aires, irmã do Dr. Plácido
Aderaldo Castelo, ex-governador do Estado do Ceará (1966/1971);
15
- Francisco Antonio Cavalcante Lima, falecido, foi casado com Teresinha
Alves Carneiro Lima.
FRANCISCA
ZENEIDA LIMA CRUZ, minha mãe, 9ª filha de Luís Gonzaga
de Lima (Luís Fagundes) e Licínia Cavalcante Lima, tetraneta
do capitão Pedro da Cunha Lima, casou com ETEVALDO LIMA CRUZ, octaneto
de Maria Pereira da Silva, meu pai. Pais de:
1
- Raugir Lima Cruz, separado de Solange Martins Cruz, pais de Marcelo
Martins Lima Cruz;
2
- FERNANDO ANTONIO LIMA CRUZ.
FERNANDO
ANTONIO LIMA CRUZ, 2º filho de Etevaldo Lima Cruz e Francisca Zeneida
Lima Cruz, pentaneto do capitão Pedro da Cunha Lima e nonaneto
de Maria Pereira da Silva, casou com ELVIRA RÉGIA MOTA CORREIA
CRUZ, filha de João Correia do Nascimento e Antonia Mota do Nascimento.
Pais de:
1
- João Fernando Mota Correia Lima Cruz;
2
- Amanda Vasti Mota Correia Lima Cruz.
(Fontes:
Minha árvore genealógica, de Manuel Costa Sobrinho; Mombaça:
biografia de um sertão, de Augusto Tavares de Sá e Benevides;
Nobiliarchia pernambucana, de Antonio José Victoriano Borges da
Fonseca; Onde estamos, de Artur Augusto Castelo Benevides; Antigas Famílias,
de Francisco Augusto, disponível em .
Acesso em 29 ago. 2006; Uma Família do Aracati - Ascendentes do
Padre Ibiapina, de Francisco Augusto, disponível em .
Acesso em 20 jun. 2007; A família Barbosa Cordeiro, de Vinícius
Barros Leal, disponível em http://www.ceara.pro.br/Instituto-site/Rev-apresentacao/RevPorAno/2005/2005-AFamiliaBarbosaCordeiro.pdf.
Acesso em 24 jul. 2009)
1. Cosme Pereira da Cunha - Na realidade chamava-se Cosme Pereira
Façanha, sendo erroneamente nomeado por Cosme Pereira da Cunha
na obra de Borges da Fonseca. Segundo o historiador e genealogista Vinícius
Barros Leal em A família Barbosa Cordeiro (Revista do
Instituto do Ceará, 2005, p. 17-27) "Na obra de Borges da
Fonseca sobre as famílias de elite estas personagens são
muito citadas, mas em alguns casos, por dificuldade de leitura de manuscritos
ou por erros tipográficos já da nossa época, na primeira
e única edição deste livro raro aparecem inexatidões
gravíssimas, como no caso que apresento. O nome do sogro de dona
Isabel Barbosa aparece muito truncado, especialmente leitura e transcrição
da palavra Façanha, que aparece como Pessanha, Peçanha e
'da Cunha', dificultando o estudo dessa parentela". O historiador
Rafael Ricarte da Silva em A formação da primeira elite
colonial dos sertões de Mombaça: Terra, família e
poder (1706-1782) (Revista do Arquivo Público do Estado do
Ceará, 2009, p. 155-168) cita que "Cosme Pereira Façanha,
residente em Pernambuco, quando dos seus dois pedidos de terras feitos
em 1706 em conjunto com outros requerentes, era almoxarife da Fazenda
Real de Pernambuco, cargo ocupado por cerca de 18 anos. Este cargo era
importante no período, pois o almoxarife da Fazenda Real era uma
das autoridades responsáveis por controlar, fiscalizar o comércio
existente na capitania. Portanto este deixa o cargo que ocupava na Capitania
de Pernambuco e migra para os Sertões de Mombaça, onde estabelece
sua propriedade". |